Há algum tempo li um livro que falava sobre "As experiências de homens de negócios de diversas áreas, sintetizada por eles mesmos, com base em uma pergunta: o que você gostaria de saber 25 anos atrás?". O título do livro era Ah, se eu soubesse! Seria deveras interessante ter o poder da antecipação cognitiva. O poder de antevermos, corriqueiramente, eventuais problemas... Não digo problemas profissionais, de teor puramente técnico. Digo AQUELES PROBLEMAS que ocupam mais de 90% dos nossos dois neurônios, em 99% do tempo, buscando uma solução que NUNCA VIRÁ! Para ajudar, ou tentar, eis então dois videos:
Imagine três amigos que viajam no tempo, escapando de ameaças (ou não) através das escolhas que VOCÊ fará. Esse é o mote do web-filme The Time Machine. Ao fim de cada vídeo, vocês têm de escolher entre duas opções. Em Inglês, mas dá pra compreender na boa.
Vivo me perguntando por que tem gente que não gosta de segunda feira. Por que, depois de um fim de semana descansando mentes e corpos, não gostamos de segundas feiras... Até que vi dois videos, aparentemente desconexos um do outro. Mas, prestando atenção veremos que têm concatenações interessantes. E refleti sobre isso... Bem. A segunda feira é o dia mais próximo do fim do fim de semana. É nela, onde lembramos com mais ênfase do que fizemos no fim de semana que acabou de acabar... Por isso, amigos e amigas, muitos de nós não gosta da segunda feira. Atentem para as palavras em negrito. Os vídeos: Esse vídeo é de 1973. "Se hoje os adultos usarem a bebida com sabedoria e moderação, a próxima geração saberá que bebida é só para dar prazer e alegria."
Esse video é de 2007:
Sem brincadeira: Quantos loops serão necessários pra fazer com que a próxima geração seja melhor que a nossa?
W.A.S.P. significa "White, Anglo-Saxon and Protestant" (Branco, Anglo-Saxão e Protestante)
Já sabem, né: Dêem play, dêem pause, esperem a barra vermelha carregar até a metade (ou 60%, vocês que sabem) e depois soltem o play e escutem a música enquanto lêem a letra.
W.A.S.P. Eu quero falar sobre a Rádio do Texas e a Grande Batida Vinda dos pântanos da Virgínia Calma e lenta com bastante precisão Com uma batida antiga, restrita e difícil de dominar
Alguns dizem que é paradisíaco em seu brilho Outros que é um lamento do sonho ocidental Gosto dos amigos que fiz dentro dessa balsa Nós construímos pirâmides em memória de nossas fugas Foi nessa terra que o faraó morreu
Os negros enfeitados na selva Estão dizendo "Esqueçam as noites, Vivam conosco na floresta azulada. Aqui nesse lugar não há estrelas Aqui estamos petrificados - imaculados."
Ouçam, não vou lhes falar sobre dor de espírito Vou lhes falar sobre dor de espírito e a perda de Deus Vou lhes falar sobre as noites sem esperança Da comida escassa para almas esquecidas Vou lhes falar sobre a donzela com uma ferida de ferro em sua alma
Vou lhes dizer uma coisa Não há recompensa eterna que nos perdoe por termos desperdiçado o amanhecer
Eu quero falar sobre a Rádio do Texas e a Grande Batida Mansa, lenta e louca, como uma nova linguagem
Agora, escutem isso, eu quero lhes falar sobre o Texas Eu lhes falo sobre a Rádio do Texas Eu lhes falo sobre as noites sem esperança Do vagabundo sonho ocidental Lhes falo sobre a donzela com uma ferida de ferro em sua alma.
Alguém que observa e analisa, continua e cotidianamente, as interconexões aparentemente não perceptíveis dos fatos banais.
(Alguém que procura entender as regras do jogo invisível que se descortina a olhos vistos.)
Irônico, amigo, subversivo (Afinal de contas: ser Cristão e Heterosexual no mundo atual é uma atitude subversiva)...
Sou somente alguém que se julga anormal como todos os outros que se julgam normais...
Ou não.