Hoje, exatamente AGORA (06 horas da manhã) nasceu esse que vos escreve (há uma porrada de tempo), em Fortaleza/Ceará. Sim, eu sei que você não tem culpa disso. Gostaria somente de compartilhar com vocês o que resta de minha vida, passado tanto tempo:
Fala Bosco, na boa... Para de usar drogas cara, faz vc se sentir inteligente, mas em 30 anos tu vai estar sozinho e com sérios distúrbios.. ou não.. Mas é este o rumo atual caso nada seja feito.
A propósito, escreve muito, se utiliza de muitas palavras bonitas, mas diz muito pouco, não tem conteúdo.
Espero teu texto (bíblia) de resposta. ou não.. já que essa frase pode mudar teu consciente a não se sentir previsível.
Abraço e cresce garoto
Eis o que lembrei, ao ler o comentário:
Agora, com licença: Irei comprar alfafa para sortear. Talvez, assim, anônimos comentem mais... Abraços a todos e beijos a todas.
Esse ano parece ser o ano das despedidas de pessoas a quem admiro... Sete dias se passaram, desde que ele se foi. Mas eu simplesmente não conseguia escrever nada condizente ao que ele merecia. Muitas vezes discordamos de vários assuntos. Eu, na época meio metido a "The Fodas Man", quase sempre rebatia os assuntos debatidos utilizando-me de ironia... Ele, calado e calmo, expressões comuns de quem tem razão em embates filosóficos, sempre ria terno. Mesmo que ninguém soubesse, eu até provocava situações-limites para o confronto de idéias. Eu encarava como ginástica-mental, rebater cada argumento solidamente utilizado por ele. Um jogo de xadrez, onde eu sempre levava xeque pastor. Na hora de derrubar meu rei, eu sempre esperneava. E ele ria, sempre sereno... Hoje, na missa de sétimo dia, foi o único dia de minha vida em que senti inveja de quem foi ao encontro do Pai. Explico: O filho dele escreveu (e leu, na missa) um dos mais belos textos ao qual eu já escutei. Relembrou cada momento marcante, cada inter-relação entre fatos aparentemente banais e a admiração que o filho sentia. Re-lembrou os momentos mais marcantes da vida da família, onde sempre o pai estava perto. Mesmo longe. Mas perto. E pensei: Felizes dos que deixam lembranças boas nos descendentes, felizes dos que são lembrados pelos conselhos que nos deixam, felizes os que são lembrados e amados pelos filhos. Felizes dos que, mesmo com todos os percalços que a vida nos dá, sempre deixam exemplos bons a serem seguidos... Felizes os que têm menos erros que acertos, mais felizes ainda dos que fazem dos erros alavancas para os acertos futuros...
Dia da mulher... Dia da mulher é todo dia, não?! Pois bem: Deixando de elucubrações, pensei e pensei e pensei em um video que homenageasse as mulheres que passaram pela minha vida. TODAS, pois todas fizeram com que eu estivesse "menos pior" para a seguinte... Essa música do Caetano é muito duca, pois ela tem uma pergunta que eu sempre me fazia (e faço e farei): "E agora, o que faço eu da vida sem você?" Simbora:
Alguém que observa e analisa, continua e cotidianamente, as interconexões aparentemente não perceptíveis dos fatos banais.
(Alguém que procura entender as regras do jogo invisível que se descortina a olhos vistos.)
Irônico, amigo, subversivo (Afinal de contas: ser Cristão e Heterosexual no mundo atual é uma atitude subversiva)...
Sou somente alguém que se julga anormal como todos os outros que se julgam normais...
Ou não.